Denian Couto se posiciona sobre a redução da taxa de emissão da CNH
Em um pronunciamento em relação ao projeto de lei que prevê a redução das taxas dos exames para emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o deputado estadual Denian Couto…
Em um pronunciamento em relação ao projeto de lei que prevê a redução das taxas dos exames para emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o deputado estadual Denian Couto…
Nesta segunda-feira (5), foi divulgada a edição atual do Indicador de Alfabetismo Funcional no Brasil (Inaf). Esta avaliação visa mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática entre homens e mulheres na faixa etária de 15 a 64 anos. Um dos resultados mostrou que 29% dos avaliados foram classificados na categoria "analfabeto funcional", resultado semelhante a 2018. Dessa proporção, 7% foram considerados analfabetos e 22% analfabetos rudimentares. Apenas 10% são considerados alfabetizados proficientes. Resumindo, cerca de 3 em cada 10 pessoas no país se encaixam nesse quadro negativo de analfabetismo e apenas uma pessoa sabe ler e escrever em diferentes contextos da vida cotidiana. Os resultados negativos da avaliação fizeram que o deputado Denian Couto (Podemos) fosse à tribuna, nesta terça-feira (6), manifestar sua indignação com relação aos pífios índices: "O poder legislativo estadual deu pouca atenção ao assunto. Perde-se muito tempo com discussões ideológicas inócuas e desnecessárias. Se gasta uma fortuna em universidade pública, enquanto o dinheiro deveria estar no colégio, para formar as crianças e os adolescentes do futuro. Investir em educação de verdade custa caro, é mais fácil fazer ideologia em sala de aula.", desabafou Couto. São considerados analfabetos funcionais aqueles que conseguem realizar tarefas bastante simples que envolvem a leitura de palavras, pequenas frases e números familiares como o do telefone, da casa, de preços etc. Quando precisam realizar tarefas com base na leitura ou escrita de textos mais logos ou complexos e números maiores ou operações não conseguem. A avaliação do Inaf teve amostra de 2.554 pessoas de diversas regiões do país e foi realizada entre dezembro de 2024 e fevereiro deste ano, com uma margem de erro entre dois e três pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%. O coordenador da pesquisa é Ação Educativa, associação civil sem fins lucrativos que atua nos campos da educação, cultura e juventude na perspectiva dos direitos humano.
Nesta segunda-feira (5), foi divulgada a edição atual do Indicador de Alfabetismo Funcional no Brasil (Inaf). Esta avaliação visa mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática entre homens e mulheres na faixa etária de 15 a 64 anos. Um dos resultados mostrou que 29% dos avaliados foram classificados na categoria "analfabeto funcional", resultado semelhante a 2018. Dessa proporção, 7% foram considerados analfabetos e 22% analfabetos rudimentares. Apenas 10% são considerados alfabetizados proficientes. Resumindo, cerca de 3 em cada 10 pessoas no país se encaixam nesse quadro negativo de analfabetismo e apenas uma pessoa sabe ler e escrever em diferentes contextos da vida cotidiana. Os resultados negativos da avaliação fizeram que o deputado Denian Couto (Podemos) fosse à tribuna, nesta terça-feira (6), manifestar sua indignação com relação aos pífios índices: "O poder legislativo estadual deu pouca atenção ao assunto. Perde-se muito tempo com discussões ideológicas inócuas e desnecessárias. Se gasta uma fortuna em universidade pública, enquanto o dinheiro deveria estar no colégio, para formar as crianças e os adolescentes do futuro. Investir em educação de verdade custa caro, é mais fácil fazer ideologia em sala de aula.", desabafou Couto. São considerados analfabetos funcionais aqueles que conseguem realizar tarefas bastante simples que envolvem a leitura de palavras, pequenas frases e números familiares como o do telefone, da casa, de preços etc. Quando precisam realizar tarefas com base na leitura ou escrita de textos mais logos ou complexos e números maiores ou operações não conseguem. A avaliação do Inaf teve amostra de 2.554 pessoas de diversas regiões do país e foi realizada entre dezembro de 2024 e fevereiro deste ano, com uma margem de erro entre dois e três pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%. O coordenador da pesquisa é Ação Educativa, associação civil sem fins lucrativos que atua nos campos da educação, cultura e juventude na perspectiva dos direitos humano.
Nesta segunda-feira (5), foi divulgada a edição atual do Indicador de Alfabetismo Funcional no Brasil (Inaf). Esta avaliação visa mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática entre homens e mulheres na faixa etária de 15 a 64 anos. Um dos resultados mostrou que 29% dos avaliados foram classificados na categoria "analfabeto funcional", resultado semelhante a 2018. Dessa proporção, 7% foram considerados analfabetos e 22% analfabetos rudimentares. Apenas 10% são considerados alfabetizados proficientes. Resumindo, cerca de 3 em cada 10 pessoas no país se encaixam nesse quadro negativo de analfabetismo e apenas uma pessoa sabe ler e escrever em diferentes contextos da vida cotidiana. Os resultados negativos da avaliação fizeram que o deputado Denian Couto (Podemos) fosse à tribuna, nesta terça-feira (6), manifestar sua indignação com relação aos pífios índices: "O poder legislativo estadual deu pouca atenção ao assunto. Perde-se muito tempo com discussões ideológicas inócuas e desnecessárias. Se gasta uma fortuna em universidade pública, enquanto o dinheiro deveria estar no colégio, para formar as crianças e os adolescentes do futuro. Investir em educação de verdade custa caro, é mais fácil fazer ideologia em sala de aula.", desabafou Couto. São considerados analfabetos funcionais aqueles que conseguem realizar tarefas bastante simples que envolvem a leitura de palavras, pequenas frases e números familiares como o do telefone, da casa, de preços etc. Quando precisam realizar tarefas com base na leitura ou escrita de textos mais logos ou complexos e números maiores ou operações não conseguem. A avaliação do Inaf teve amostra de 2.554 pessoas de diversas regiões do país e foi realizada entre dezembro de 2024 e fevereiro deste ano, com uma margem de erro entre dois e três pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%. O coordenador da pesquisa é Ação Educativa, associação civil sem fins lucrativos que atua nos campos da educação, cultura e juventude na perspectiva dos direitos humano.
Nesta segunda-feira (5), foi divulgada a edição atual do Indicador de Alfabetismo Funcional no Brasil (Inaf). Esta avaliação visa mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática entre homens e mulheres na faixa etária de 15 a 64 anos. Um dos resultados mostrou que 29% dos avaliados foram classificados na categoria "analfabeto funcional", resultado semelhante a 2018. Dessa proporção, 7% foram considerados analfabetos e 22% analfabetos rudimentares. Apenas 10% são considerados alfabetizados proficientes. Resumindo, cerca de 3 em cada 10 pessoas no país se encaixam nesse quadro negativo de analfabetismo e apenas uma pessoa sabe ler e escrever em diferentes contextos da vida cotidiana. Os resultados negativos da avaliação fizeram que o deputado Denian Couto (Podemos) fosse à tribuna, nesta terça-feira (6), manifestar sua indignação com relação aos pífios índices: "O poder legislativo estadual deu pouca atenção ao assunto. Perde-se muito tempo com discussões ideológicas inócuas e desnecessárias. Se gasta uma fortuna em universidade pública, enquanto o dinheiro deveria estar no colégio, para formar as crianças e os adolescentes do futuro. Investir em educação de verdade custa caro, é mais fácil fazer ideologia em sala de aula.", desabafou Couto. São considerados analfabetos funcionais aqueles que conseguem realizar tarefas bastante simples que envolvem a leitura de palavras, pequenas frases e números familiares como o do telefone, da casa, de preços etc. Quando precisam realizar tarefas com base na leitura ou escrita de textos mais logos ou complexos e números maiores ou operações não conseguem. A avaliação do Inaf teve amostra de 2.554 pessoas de diversas regiões do país e foi realizada entre dezembro de 2024 e fevereiro deste ano, com uma margem de erro entre dois e três pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%. O coordenador da pesquisa é Ação Educativa, associação civil sem fins lucrativos que atua nos campos da educação, cultura e juventude na perspectiva dos direitos humano.
Nesta segunda-feira (5), foi divulgada a edição atual do Indicador de Alfabetismo Funcional no Brasil (Inaf). Esta avaliação visa mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática entre homens e mulheres na faixa etária de 15 a 64 anos. Um dos resultados mostrou que 29% dos avaliados foram classificados na categoria "analfabeto funcional", resultado semelhante a 2018. Dessa proporção, 7% foram considerados analfabetos e 22% analfabetos rudimentares. Apenas 10% são considerados alfabetizados proficientes. Resumindo, cerca de 3 em cada 10 pessoas no país se encaixam nesse quadro negativo de analfabetismo e apenas uma pessoa sabe ler e escrever em diferentes contextos da vida cotidiana. Os resultados negativos da avaliação fizeram que o deputado Denian Couto (Podemos) fosse à tribuna, nesta terça-feira (6), manifestar sua indignação com relação aos pífios índices: "O poder legislativo estadual deu pouca atenção ao assunto. Perde-se muito tempo com discussões ideológicas inócuas e desnecessárias. Se gasta uma fortuna em universidade pública, enquanto o dinheiro deveria estar no colégio, para formar as crianças e os adolescentes do futuro. Investir em educação de verdade custa caro, é mais fácil fazer ideologia em sala de aula.", desabafou Couto. São considerados analfabetos funcionais aqueles que conseguem realizar tarefas bastante simples que envolvem a leitura de palavras, pequenas frases e números familiares como o do telefone, da casa, de preços etc. Quando precisam realizar tarefas com base na leitura ou escrita de textos mais logos ou complexos e números maiores ou operações não conseguem. A avaliação do Inaf teve amostra de 2.554 pessoas de diversas regiões do país e foi realizada entre dezembro de 2024 e fevereiro deste ano, com uma margem de erro entre dois e três pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%. O coordenador da pesquisa é Ação Educativa, associação civil sem fins lucrativos que atua nos campos da educação, cultura e juventude na perspectiva dos direitos humano.
Nesta segunda-feira (5), foi divulgada a edição atual do Indicador de Alfabetismo Funcional no Brasil (Inaf). Esta avaliação visa mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática entre homens e mulheres na faixa etária de 15 a 64 anos. Um dos resultados mostrou que 29% dos avaliados foram classificados na categoria "analfabeto funcional", resultado semelhante a 2018. Dessa proporção, 7% foram considerados analfabetos e 22% analfabetos rudimentares. Apenas 10% são considerados alfabetizados proficientes. Resumindo, cerca de 3 em cada 10 pessoas no país se encaixam nesse quadro negativo de analfabetismo e apenas uma pessoa sabe ler e escrever em diferentes contextos da vida cotidiana. Os resultados negativos da avaliação fizeram que o deputado Denian Couto (Podemos) fosse à tribuna, nesta terça-feira (6), manifestar sua indignação com relação aos pífios índices: "O poder legislativo estadual deu pouca atenção ao assunto. Perde-se muito tempo com discussões ideológicas inócuas e desnecessárias. Se gasta uma fortuna em universidade pública, enquanto o dinheiro deveria estar no colégio, para formar as crianças e os adolescentes do futuro. Investir em educação de verdade custa caro, é mais fácil fazer ideologia em sala de aula.", desabafou Couto. São considerados analfabetos funcionais aqueles que conseguem realizar tarefas bastante simples que envolvem a leitura de palavras, pequenas frases e números familiares como o do telefone, da casa, de preços etc. Quando precisam realizar tarefas com base na leitura ou escrita de textos mais logos ou complexos e números maiores ou operações não conseguem. A avaliação do Inaf teve amostra de 2.554 pessoas de diversas regiões do país e foi realizada entre dezembro de 2024 e fevereiro deste ano, com uma margem de erro entre dois e três pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%. O coordenador da pesquisa é Ação Educativa, associação civil sem fins lucrativos que atua nos campos da educação, cultura e juventude na perspectiva dos direitos humano.
Nesta segunda-feira (5), foi divulgada a edição atual do Indicador de Alfabetismo Funcional no Brasil (Inaf). Esta avaliação visa mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática entre homens e mulheres na faixa etária de 15 a 64 anos. Um dos resultados mostrou que 29% dos avaliados foram classificados na categoria "analfabeto funcional", resultado semelhante a 2018. Dessa proporção, 7% foram considerados analfabetos e 22% analfabetos rudimentares. Apenas 10% são considerados alfabetizados proficientes. Resumindo, cerca de 3 em cada 10 pessoas no país se encaixam nesse quadro negativo de analfabetismo e apenas uma pessoa sabe ler e escrever em diferentes contextos da vida cotidiana. Os resultados negativos da avaliação fizeram que o deputado Denian Couto (Podemos) fosse à tribuna, nesta terça-feira (6), manifestar sua indignação com relação aos pífios índices: "O poder legislativo estadual deu pouca atenção ao assunto. Perde-se muito tempo com discussões ideológicas inócuas e desnecessárias. Se gasta uma fortuna em universidade pública, enquanto o dinheiro deveria estar no colégio, para formar as crianças e os adolescentes do futuro. Investir em educação de verdade custa caro, é mais fácil fazer ideologia em sala de aula.", desabafou Couto. São considerados analfabetos funcionais aqueles que conseguem realizar tarefas bastante simples que envolvem a leitura de palavras, pequenas frases e números familiares como o do telefone, da casa, de preços etc. Quando precisam realizar tarefas com base na leitura ou escrita de textos mais logos ou complexos e números maiores ou operações não conseguem. A avaliação do Inaf teve amostra de 2.554 pessoas de diversas regiões do país e foi realizada entre dezembro de 2024 e fevereiro deste ano, com uma margem de erro entre dois e três pontos percentuais e o intervalo de confiança é de 95%. O coordenador da pesquisa é Ação Educativa, associação civil sem fins lucrativos que atua nos campos da educação, cultura e juventude na perspectiva dos direitos humano.
Durante a sessão desta quarta-feira (23), o deputados Denian Couto (Podemos) subiu à tribuna e se manifestou sobre o projeto de lei "Abril Verde e Amarelo" de autoria dos deputados Marcio Pacheco (PP), Delegado Tito Barichello (UB), Maria Victoria (PP) e Anibelli Neto (MDB). A proposta em votação institui, no âmbito do estado do Paraná, o "Abril Verde e Amarelo", incluindo ações de conscientização sobre a importância e a legitimidade da defesa da propriedade privada. Em seu pronunciamento, Denian Couto demonstrou ceticismo em relação a projetos que marcam semanas ou dias específicos, considerando que geralmente têm pouco efeito prático. No entanto, elogiou especificamente o projeto, afirmando que o estado precisa marcar posição. Além disso, criticou o Partido dos Trabalhadores (PT) por defender o Movimento Sem Terra (MST), caracterizando a organização como um braço organizado do partido. "O MST se veste de movimento social, mas não passa de um braço organizado do Partido dos Trabalhadores. Se o PT é contra o projeto, evidentemente que a matéria é boa. Mas é certo que sim. O Paraná está a um passo de aprovar uma lei que diverge daquele discurso que todos nós sabemos", disse Couto. Encerrando seu discurso, declarou que o bloco Podemos- PSDB- Cidadania votaria favoravelmente ao projeto de lei que, no fim, teve 29 votos favoráveis e 5 contrários.
Durante a sessão desta quarta-feira (23), o deputados Denian Couto (Podemos) subiu à tribuna e se manifestou sobre o projeto de lei "Abril Verde e Amarelo" de autoria dos deputados Marcio Pacheco (PP), Delegado Tito Barichello (UB), Maria Victoria (PP) e Anibelli Neto (MDB). A proposta em votação institui, no âmbito do estado do Paraná, o "Abril Verde e Amarelo", incluindo ações de conscientização sobre a importância e a legitimidade da defesa da propriedade privada. Em seu pronunciamento, Denian Couto demonstrou ceticismo em relação a projetos que marcam semanas ou dias específicos, considerando que geralmente têm pouco efeito prático. No entanto, elogiou especificamente o projeto, afirmando que o estado precisa marcar posição. Além disso, criticou o Partido dos Trabalhadores (PT) por defender o Movimento Sem Terra (MST), caracterizando a organização como um braço organizado do partido. "O MST se veste de movimento social, mas não passa de um braço organizado do Partido dos Trabalhadores. Se o PT é contra o projeto, evidentemente que a matéria é boa. Mas é certo que sim. O Paraná está a um passo de aprovar uma lei que diverge daquele discurso que todos nós sabemos", disse Couto. Encerrando seu discurso, declarou que o bloco Podemos- PSDB- Cidadania votaria favoravelmente ao projeto de lei que, no fim, teve 29 votos favoráveis e 5 contrários.